André Takeda – “A Nova
Literatura de Brasil” – Revista Literária Paralelosur (www.paralelosur.com)
– “Seu primeiro livro (...) é considerado o marco inicial da literatura
pop brasileira, o que fez com que recebesse comparações com o inglês
Nick Hornby. Em seu novo livro, Casino Hotel, (...) o autor usa
todo o seu talento e sensibilidade para captar (...) as incertezas e
desilusões de uma geração perdida diante das possibilidades e o futuro.
O endereço do web site do autor é:
www.spectorama.com.”
Armando Avena – 17/01/2006
– Palestra: “A Situação Fiscal dos Estados” – XXI Reunião do Fórum
Nacional de Secretários do Planejamento.
Claudia Liz – 20/01/2006 –
Lançamento: O Caminho da Passarela – Prestígio Editorial –
Aproveitando o São Paulo Fashion Week, maior evento de moda do Brasil, a
ex-modelo autografa seu livro, que conta ainda com ilustrações da
autora, oferecendo um verdadeiro passo-a-passo para se tornar uma top
model – Livraria Laselva – Pavilhão da Bienal – Parque do Ibirapuera
– São Paulo – Dia 20 de janeiro, a partir das 17 horas.
Menalton Braff –
18/01/2006 – Crônica: “Moralidade de bolso” – Revista Bula (www.revistabula.com)
– “Meu amigo me contou que há uns meses deu uma nota de cinco para o
cobrador (...) e recebeu quarenta e não sei quantos reais de troco.
(...)Não disse nada a meu amigo. Não o consolei com alguma reflexão
cínica sobre os políticos brasileiros, (...). Por isso essa crônica que
me serve de desabafo e com que torno todos vocês cúmplices (...).
Menalton Braff –
18/01/2006 – Resenha: “O purgatório da história” – Portal Literário
Verdes Trigos (www.verdestrigos.org)
– “A história é personagem coadjuvante na literatura brasileira. (...) o
livro de Braff é o mais elaborado formalmente. Seus capítulos são jorros
verbais em que o protagonista descreve de modo obsessivo, às vezes
alucinado, uma situação de isolamento extremo, desencadeada pela
perseguição política. (...)Ao final, (...) o narrador de Braff sugere
que, no purgatório da história, a luta por uma liberdade tornada
abstrata tem como preço aquilo que deixou de ser vivido.”